É como se o meu pôr-do-sol não fosse o vácuo da despedida, mas a esperança de uma antemanhã, na qual a aurora vai pintar de orvalho a flores desidratadas dos campos. Os primeiros raios matinais vão lentamente ofuscando o pálido cintilar das estrelas, deixando para trás noite e o seu brilho misterioso e solitário.